Arquivo Mensal de abril/2010

Dicas pra cuidar do meio ambiente

Pequenas atitudes diárias e mudanças de hábito podem contribuir com a proteção do meio ambiente. Todos podemos fazer nossa parte. Veja como:

* Todos sabemos (mas às vezes esquecemos) que podemos economizar água de maneiras simples, como não deixando a torneira ligada ao fazer a barba, lavar o rosto ou escovar os dentes.
* Reutilize a água usada na lavagem de roupas para a limpeza de calçadas, de quintais ou mesmo para lavar seu carro.
* Usar um barbeador elétrico ou lâmina de barbear com lâminas substituíveis, em vez de descartáveis, ajuda muito na redução de resíduos.
* Use toalhas para secar o seu rosto e mãos ao invés de lenços de papel descartáveis. Além disso, pendure suas toalhas para secar, para que possam ser reutilizadas várias vezes.
* Prefira fraldas de pano em lugar das descartáveis, que ficam anos acumuladas em lixões.
* Compre bebidas em garrafas reutilizáveis (de vidro ou alumínio), ao invés de porções únicas em embalagens descartáveis.
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Ecoformação em Criciúma

Doe palavras

O Hospital Mário Penna, em Belo Horizonte, que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto sensacional que se chama “DOE PALAVRAS”.
Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho.
Você acessa o site www.doepalavras.com.br, escreve uma mensagem de otimismo, curta (como twitter) e sua mensagem aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento.
É muito linda a reação de esperança dos pacientes.
Participe! Não apenas hoje, mas, todos os dias, dê um pouquinho das suas palavras e de seus pensamentos.
A gente só cresce quando divide, compartilha.

Podemos doar amor de todas as formas!!!

Rural 1972

O quarto é um lugar sagrado

O quarto é um lugar sagrado, é onde recuperamos nossas energias. No entanto, o que deve ser um oásis de conforto e aconchego, pode se tornar um espaço de acúmulo de tensões. Segundo a geoterapeuta Sil Berti, o dormitório deve ser o mais sóbrio e clean possível, livre da emissão exagerada de cargas eletro-magnéticas.
“O ideal é não ter TV, computadores e aparelhos eletrônicos, haja vista que a irradiação emitida por estes equipamentos pode fazer com que o nosso cérebro mantenha a frequência alta. O resultado disso é que as pessoas não relaxam e não têm um sono tranquilo e reparador. Acordam mais cansadas do que quando foram dormir. É como se o corpo permanecesse em estado de alerta”, adverte.

Sintéticos e tomadas

Entre os sintomas mais freqüentes da influência radioativa estão irritação, estresse, dores de cabeça e no corpo, insônia, entre outros. De acordo com a terapeuta, outra dica importante é utilizar o mínimo de elementos sintéticos em carpetes, colchas e cortinas, que geram eletricidade estática e acúmulo de ácaros.
“Tomadas e fiação devem estar distantes da cabeceira da cama. Celulares e lap tops, nem pensar!”, diz Sil Berti. Ela lembra que camas com cabeceiras de metal funcionam como transmissores de corrente elétrica e os colchões de mola precisam ser muito bem balanceados.
“No caso dos colchões de mola, o geoterapeuta verifica com bússolas o posicionamento das molas. Caso estejam desalinhadas, as pessoas podem ter problemas de saúde. Se utilizamos materiais como madeiras ou fibras naturais, conseguimos atenuar os malefícios das correntes elétricas” finaliza.
(*) Com informações da Oficina de Mídia

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/07042010/11/saude-sono-dormiu-mal.html

corajosamente amante!

Aprendemos, desde muito cedo, que o sofrimento chega quando estamos expostos, vulneráveis, abertos para o outro… e isso é verdade. E, assim, acreditamos que só há uma maneira de não sofrermos: nos fechando, nos defendendo, nos protegendo do outro… e isso é mentira! Simplesmente porque não existe nenhuma maneira de não sofrermos.
Proteger-nos do outro é não demonstrar o que sentimos, o quanto amamos; é não compartilhar, não “precisar” (no sentido de admitir que desejamos intimidade com o outro). No entanto, não nos damos conta de que enquanto nos protegemos, tornamo-nos reféns de nós mesmos, transformamos nosso próprio coração numa prisão. Iludidos com a sensação de uma segurança que definitivamente não existe, abrimos mão da possibilidade de experimentarmos sentimentos imperdíveis!
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O amor