Arquivo Mensal de abril/2011
O macaco japonês da raça Fuscata, vinha sendo observado há mais de trinta anos em estado natural. Em 1952, os cientistas jogaram batatas-doce cruas, nas praias da ilha de Kochima para os macacos. Eles apreciaram o sabor das batatas-doce, mas acharam desagradável o da areia. Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema. E ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães.
Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos. Entre 1952 e 1958 todos os macacos jovens aprenderam a lavar a areia das batatas-doce para torná-las mais gostosas. Só os adultos que imitaram os filhos aprenderam este avanço social. Outros adultos continuaram comendo batata-doce com areia.
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É bastante delicado e complexo o momento que estamos atravessando, como uma só família humana, nesta belo, privilegiado e único Lar, que denominamos de Gaia. Os sintomas sombrios de uma crise de dissociação crônica e da desconexão com os valores perenes são muito visíveis, expressando-se através de todas as ecologias – a individual, a social e a ambiental. Toca-me, particularmente, a horrenda e recente tragédia na escola de Realengo, no Rio, onde o número significativo de 12 crianças foram vítimas e mártires da insanidade de um jovem – não meramente um “monstro” para o nosso alienado conforto; antes, um fruto sintomático e abortado de instituições de uma sociedade dominantemente normótica…
Há também muitos auspiciosos sinais de Vida, provenientes de todas as plagas da Terra, anunciando que a Luz habita no coração das trevas, através de seres humanos despertando, se responsabilizando, resistindo a calamidades absurdas e se solidarizando, naquilo que podemos entrever como os estertores, tremores e louvores, do parto numinoso de uma nova Idade da Consciência… Que no momento justo a flor brote da dor e de tantos lutos floresça o Lótus!
Neste dia especial, no qual celebramos o 24º aniversário do nosso fecundo canteiro de obras da UNIPAZ, que praticamente coincide com a data de nascimento do nosso querido e perene Pierre Weil (16/4), vibremos de forma coletiva e também mais íntima. Que a partir do relicário de nossos corações possamos abrir um templo-espaço sagrado de silêncio, de quietude confiante e de paz, por todas as pessoas e seres que partiram abruptamente da existência em recentes catástrofes, por aquelas que sofreram e sofrem perdas irreparáveis e, sobretudo, pelas nossas crianças e jovens que, confiemos, serão os agentes da reconstrução do projeto humano, assim seja!
Celebremos um quarto de século – pois a nossa aventura teve início em meados de 1986 – do nosso mutirão pela Paz e pela Saúde Plena, nas energias da Confiança, do Amor e da Entrega!
Abraço fraterno,
Roberto Crema, reitor da Unipaz

Esta era a idéia do mestre Gentileza, que morou nas ruas do Rio de Janeiro nas décadas de 1960/1970: “Gentileza gera gentileza”. Ele deixou muitos escritos e desenhos, como este acima, nas ruas, paresdes e pontes da capital. Simples a frase e profunda a idéia. Vamos lá, passe adiante. Que tal?
Começou nesta terça-feira, 5/4, no Oikos, em Criciúma, mais um grupo do primeiro ciclo dos Guerreiros do Coração. Os encontros vão ocorrer uma vez por mês, sempre as terças-feiras, exceto no mês de abril onde haverá dois encontros; o segundo está marcado para este dia 26.
De acordo com o facilitador dos Guerreiros, Edegar Generoso, os interessados em participar devem entrar em contato pelo telefone (48) 8403.4836 ou pelo e-mail cunhaedegar@bol.com.br. Ele esclarece que poderão entrar no grupo pessoas até o terceiro encontro, se assumirem o compromisso de recuperarem os encontros perdidos em outros grupos de Guerreiros existentes na região.
Mais informações acesse: www.guardiaesdoamanha.org.br.



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