Arquivo Mensal de julho/2011

Sobre jovens

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
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Longevidade & Educação

“Todos nós já ouvimos teorias sobre o que é preciso para se ter uma vida longa: estilo de vida saudável, bons genes, nada de estresse, ter muitos amigos e familiares por perto, ser praticante de alguma religião, até mesmo ter dinheiro – e essas coisas realmente fazem a diferença. Mas o que os pesquisadores descobriram, entre eles os do Instituto americano do Envelhecimento, é que uma variável constante em relação ao envelhecimento, em qualquer país do mundo, é a Educação. Quanto maior o nível educacional de um indivíduo, mais longa – e saudável – é a sua vida. O nível de educação superou raça e renda em uma sequência de estudos sobre saúde e longevidade. Eis a lição: estude sempre e nunca pare de aprender.”

Fonte: Snyderman, NL. Medical Myths that can kill you. 2008.

Oikos abaixo de zero


Na madrugada de segunda, 4/7, para terça-feira, 5/7, a temperatura no Oikos chegou a ficar dois graus abaixo de zero, provocando uma sensação de frio de pelo menos quatro graus negativos. Na manhã da terça-feira, pode-se perceber os efeitos do frio sentido no interior dos lares, quando o branco da geada foi percebido em vários locais do espaço. A geada foi percebida no anel da amizade, próximo ao Lar de Meditação, no gramado e no telhado do Lar de Encontros, conforme pode-se perceber na foto. Àqueles que vão participar de alguma vivência no Oikos neste inverno e que pretendem pernoitar nos Lares de Descanso, fica o aviso de se reforçarem nas roupas de cama de de uso pessoal.