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	<description>Lar de convivências</description>
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		<title>Frases que envergonham Pinóquio</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 02:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eduardo Galeano (*)
1 &#8211; Somos todos culpados pela ruína do planeta.
A saúde do mundo está feito um caco ?Somos todos responsáveis? , clamam as vozes do alarme universal, e a generalização absolve: se somos todos responsáveis, ninguém é. Como coelhos, reproduzem-se os novos tecnocratas do meio ambiente. É a maior taxa de natalidade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Eduardo Galeano (*)</p>
<p><a href="http://www.oikos.org.br/2010/03/quatro-frases-que-fazem-pinoqui-se-envorgonhar/192025f39f5c17fc/" rel="attachment wp-att-623"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/192025f39f5c17fc-108x115.jpg" alt="" title="Ah se o Pinóqui soubesse...." width="108" height="115" class="alignleft size-thumbnail wp-image-623" /></a><strong>1 &#8211; Somos todos culpados pela ruína do planeta.</strong><br />
A saúde do mundo está feito um caco ?Somos todos responsáveis? , clamam as vozes do alarme universal, e a generalização absolve: se somos todos responsáveis, ninguém é. Como coelhos, reproduzem-se os novos tecnocratas do meio ambiente. É a maior taxa de natalidade do mundo: os experts geram experts e mais experts que se ocupam de envolver o tema com o papel celofane da ambiguidade. Eles fabricam a brumosa linguagem das exortações ao sacrifício de todos? nas declarações dos governos e nos solenes acordos internacionais que ninguém cumpre. Estas cataratas de palavras &#8211; inundação que ameaça se converter em uma catástrofe ecológica comparável ao buraco na camada de ozônio &#8211; não se desencadeiam gratuitamente.<br />
<span id="more-620"></span><br />
A linguagem oficial asfixia a realidade para outorgar impunidade à sociedade de consumo, que é imposta como modelo em nome do desenvolvimento, e às grandes empresas que tiram proveito dele. Mas, as estatísticas confessam.. Os dados ocultos sob o palavreado revelam que 20 por cento da humanidade cometem 80 por cento das agressões contra a natureza, crime que os assassinos chamam de suicídio, e é a humanidade inteira que paga as consequências da degradação da terra, da intoxicação do ar, do envenenamento da água, do enlouquecimento do clima e da dilapidação dos recursos naturais não-renováveis. A senhora Harlem Bruntland, que encabeça o governo da Noruega, comprovou recentemente que, se os 7 bilhões de habitantes do planeta consumissem o mesmo que os países desenvolvidos do Ocidente, &#8220;faltariam 10 planetas como o nosso para satisfazerem todas as suas necessidades. &#8221; Uma experiência impossível.<br />
Mas, os governantes dos países do Sul que prometem o ingresso no Primeiro Mundo, mágico passaporte que nos fará, a todos, ricos e felizes, não deveriam ser só processados por calote. Não estão só pegando em nosso pé, não: esses governantes estão, além disso, cometendo o delito de apologia do crime. Porque este sistema de vida que se oferece como paraíso, fundado na exploração do próximo e na aniquilação da natureza, é o que está fazendo adoecer nosso corpo,  está envenenando nossa alma e está deixando-nos sem mundo.<br />
<strong><br />
2 &#8211; É verde aquilo que se pinta de verde.</strong><br />
Agora, os gigantes da indústria química fazem sua publicidade na cor verde, e o Banco Mundial lava sua imagem, repetindo a palavra ecologia em cada página de seus informes e tingindo de verde seus empréstimos. &#8220;Nas condições de nossos empréstimos há normas ambientais estritas&#8221;, esclarece o presidente da suprema instituição bancária do mundo. Somos todos ecologistas, até que alguma medida concreta limite a liberdade de contaminação.<br />
Quando se aprovou, no Parlamento do Uruguai, uma tímida lei de defesa do meio-ambiente, as empresas que lançam veneno no ar e poluem as águas sacaram, subitamente, da recém-comprada máscara verde e gritaram sua verdade em termos que poderiam ser resumidos assim: &#8220;os defensores da natureza são advogados da pobreza, dedicados a sabotarem o desenvolvimento econômico e a espantarem o investimento estrangeiro. &#8221; O Banco Mundial, ao contrário, é o principal promotor da riqueza, do desenvolvimento e do investimento estrangeiro. Talvez, por reunir tantas virtudes, o Banco manipulará, junto à ONU, o recém-criado Fundo para o Meio-Ambiente Mundial. Este imposto à má consciência disporá de pouco dinheiro, 100 vezes menos do que haviam pedido os ecologistas, para financiar projetos que não destruam a natureza. Intenção inatacável, conclusão inevitável: se esses projetos requerem um fundo especial, o Banco Mundial está admitindo, de fato, que todos os seus demais projetos fazem um fraco favor ao meio-ambiente. O Banco se chama Mundial, da mesma forma que o Fundo Monetário se chama Internacional, mas estes irmãos gêmeos vivem, cobram e decidem em Washington. Quem paga, manda, e a numerosa tecnocracia jamais cospe no prato em que come. Sendo, como é, o principal credor do chamado Terceiro Mundo, o Banco Mundial governa nossos escravizados países que, a título de serviço da dívida, pagam a seus credores externos 250 mil dólares por minuto, e lhes impõe sua política econômica, em função do dinheiro que concede ou promete. A divinização do mercado, que compra cada vez menos e paga cada vez pior, permite abarrotar de mágicas bugigangas as grandes cidades do sul do mundo, drogadas pela religião do consumo, enquanto os campos se esgotam, poluem-se as águas que os alimentam, e uma crosta seca cobre os desertos que antes foram bosques.<br />
<strong><br />
3 &#8211; Entre o capital e o trabalho, a ecologia é neutra.</strong><br />
Poder-se-á dizer qualquer coisa de Al Capone, mas ele era um cavalheiro: o bondoso Al sempre enviava flores aos velórios de suas vítimas&#8230; As empresas gigantes da indústria química, petroleira e automobilística pagaram boa parte dos gastos da Eco 92: a conferência internacional que se ocupou, no Rio de Janeiro, da agonia do planeta. E essa conferência, chamada de Reunião de Cúpula da Terra, não condenou as transnacionais que produzem contaminação e vivem dela, e nem sequer pronunciou uma palavra contra a ilimitada liberdade de comércio que torna possível a venda de veneno.<br />
No grande baile de máscaras do fim do milênio, até a indústria química se veste de verde. A angústia ecológica perturba o sono dos maiores laboratórios do mundo que, para ajudarem a natureza, estão inventando novos cultivos biotecnológicos. Mas, esses desvelos científicos não se propõem encontrar plantas mais resistentes às pragas sem ajuda química, mas sim buscam novas plantas capazes de resistir aos praguicidas e herbicidas que esses mesmos laboratórios produzem. Das 10 maiores empresas do mundo produtoras de sementes, seis fabricam pesticidas (Sandoz-Ciba- Geigy, Dekalb, Pfizer, Upjohn, Shell, ICI). A indústria química não tem tendências masoquistas.<br />
A recuperação do planeta ou daquilo que nos sobre dele implica na denúncia da impunidade do dinheiro e da liberdade humana. A ecologia neutra, que mais se parece com a jardinagem, torna-se cúmplice da injustiça de um mundo, onde a comida sadia, a água limpa, o ar puro e o silêncio não são direitos de todos, mas sim privilégios dos poucos que podem pagar por eles. Chico Mendes, trabalhador da borracha, tombou assassinado em fins de 1988, na Amazônia brasileira, por acreditar no que acreditava: que a militância ecológica não pode divorciar-se da luta social. Chico acreditava que a floresta amazônica não será salva enquanto não se fizer uma reforma agrária no Brasil. Cinco anos depois do crime, os bispos brasileiros denunciaram que mais de 100 trabalhadores rurais morrem assassinados, a cada ano, na luta pela terra, e calcularam que quatro milhões de camponeses sem trabalho vão às cidades deixando as plantações do interior. Adaptando as cifras de cada país, a declaração dos bispos retrata toda a América Latina. As grandes cidades latino-americanas, inchadas até arrebentarem pela incessante invasão de exilados do campo, são uma catástrofe ecológica: uma catástrofe que não se pode entender nem alterar dentro dos limites da ecologia, surda ante o clamor social e cega ante o compromisso político.</p>
<p><strong>4 &#8211; A natureza está fora de nós.</strong><br />
Em seus 10 mandamentos, Deus esqueceu-se de mencionar a natureza. Entre as ordens que nos enviou do Monte Sinai, o Senhor poderia ter acrescentado, por exemplo: &#8220;Honrarás a natureza, da qual tu és parte.&#8221; Mas, isso não lhe ocorreu. Há cinco séculos, quando a América foi aprisionada pelo mercado mundial, a civilização invasora confundiu ecologia com idolatria. A comunhão com a natureza era pecado. E merecia castigo. Segundo as crônicas da Conquista, os índios nômades que usavam cascas para se vestirem jamais esfolavam o tronco inteiro, para não aniquilarem a árvore, e os índios sedentários plantavam cultivos diversos e com períodos de descanso, para não cansarem a terra. A civilização, que vinha impor os devastadores monocultivos de exportação, não podia entender as culturas integradas à natureza, e as confundiu com a vocação demoníaca ou com a ignorância. Para a civilização que diz ser ocidental e cristã, a natureza era uma besta feroz que tinha que ser domada e castigada para que funcionasse como uma máquina, posta a nosso serviço desde sempre e para sempre. A natureza, que era eterna, nos devia escravidão. Muito recentemente, inteiramo-nos de que a natureza se cansa, como nós, seus filhos, e sabemos que, tal como nós, pode morrer assassinada. Já não se fala de submeter a natureza. Agora, até os seus verdugos dizem que é necessário protegê-la. Mas, num ou noutro caso, natureza submetida e natureza protegida, ela está fora de nós. A civilização, que confunde os relógios com o tempo, o crescimento com o desenvolvimento, e o grandalhão com a grandeza, também confunde a natureza com a paisagem, enquanto o mundo, labirinto sem centro, dedica-se a romper seu próprio céu.<br />
<em><br />
* Escritor e jornalista uruguaio</em></p>
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		<title>Desfrute com exclusividade do Oikos</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 13:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Sua escola, empresa ou grupo de crescimento podem reservar exclusivamente o uso da estrutura do Oikos, assim como tantas organizações como a Unesc, a Anjo, o Colégio Michel, a Tiscoski Agropecuária. Basta entrar em contato conosco pelos telefones (48) 3437.8869 ou 9984.8869; ou pelo mail oikos@oikos.org.br. Abaixo, pra você ter uma base, os preços que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sua escola, empresa ou grupo de crescimento podem reservar exclusivamente o uso da estrutura do Oikos, assim como tantas organizações como a Unesc, a Anjo, o Colégio Michel, a Tiscoski Agropecuária. Basta entrar em contato conosco pelos telefones (48) 3437.8869 ou 9984.8869; ou pelo mail <a href="http://www.oikos.org.br">oikos@oikos.org.br</a>. Abaixo, pra você ter uma base, os preços que estamos operando neste ano de 2010. Acrescentamos que para grupos de, no mínimo 35 pessoas, o custo individual, com tudo incluso (hospedagem, café, cafezinho, lanche e jantar), é de R$ 143,00.<br />
<em><br />
Durante a semana</em><br />
Manhã: R$ 250,00<br />
Tarde: R$ 250,00<br />
Noite: R$ 300,00<br />
Manhã e tarde: R$ 400,00<br />
Tarde e noite: R$ 440,00<br />
Manhã, tarde e noite: R$ 530,00<br />
<span id="more-607"></span><br />
<em>Final de semana:</em><br />
Sexta à noite: R$ 350,00<br />
Sábado(manhã e tarde): R$ 480,00<br />
Sábado (manhã, tarde e noite): R$ 530,00<br />
Domingo(manhã e tarde): R$ 480,00<br />
Domingo (manhã, tarde e noite): R$ 580,00<br />
Sábado e domingo: R$ 710,00<br />
Sexta a noite, sábado e domingo: 800,00</p>
<p><em><br />
Refeições (mínimo 35 pessoas):</em><br />
<strong>(COnsulte nosso cardápio)</strong><br />
Café da manhã: R$ 8,00<br />
Cafezinho (meio manhã): R$ 4,00<br />
Café da tarde: R$ 6,00<br />
Almoço: R$ 15,00<br />
Jantar: R$ 10,00<br />
Pernoite: R$ 17,00</p>
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		<title>FELICIDADE REALISTA</title>
		<link>http://www.oikos.org.br/2010/02/felicidade-realista/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 18:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[(Mário Quintana)
A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Mário Quintana)</p>
<p>A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.</p>
<p>Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.</p>
<p>E quanto ao amor? Ah, o amor&#8230; não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.<br />
<span id="more-596"></span><br />
Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.</p>
<p>Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.</p>
<p>Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.</p>
<p>Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá d entro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente.</p>
<p>A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.</p>
<p>Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.     </p>
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		</item>
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		<title>Amazônia só tolera mais 3% de desmate</title>
		<link>http://www.oikos.org.br/2010/02/amazonia-so-tolera-mais-3-de-desmate/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 16:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Se o desmatamento da Amazônia -que já consumiu 17% da floresta- atingir a marca de 20%, o aquecimento global se encarregará de destruir o que sobrou, afirma uma compilação de estudos sobre a região feita pelo Banco Mundial.
As conclusões do documento, que reúne vários estudos publicados nos últimos anos, levam em conta simulações do comportamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2010/02/amazonia-so-tolera-mais-3-de-desmate/burning-the-amazon-rainforest/" rel="attachment wp-att-593"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/desmatamento-e-queimada-115x115.jpg" alt="" title="burning the Amazon Rainforest" width="115" height="115" class="alignleft size-thumbnail wp-image-593" /></a>Se o desmatamento da Amazônia -que já consumiu 17% da floresta- atingir a marca de 20%, o aquecimento global se encarregará de destruir o que sobrou, afirma uma compilação de estudos sobre a região feita pelo Banco Mundial.<br />
As conclusões do documento, que reúne vários estudos publicados nos últimos anos, levam em conta simulações do comportamento da Amazônia em diferentes cenários projetados pelo IPCC (painel do clima da ONU). Os cientistas identificaram que o efeito conjunto de incêndios, desmatamento e mudança climática empurra a floresta para um estado onde ela perde sua &#8220;massa crítica&#8221; para sobrevivência.<br />
<span id="more-591"></span></p>
<p>Como as árvores tropicais são importantes para regulação do clima e do regime de chuvas, forma-se uma espécie de efeito dominó que afeta todo o bioma. No pior cenário, a floresta da Amazônia encolhe 44% até 2025. O volume das precipitações tende a aumentar durante o período de chuvas e diminuir nos de seca, afetando a vazão dos rios de toda a bacia.<br />
O leste da Amazônia -que é contíguo ao Nordeste- terá as consequências mais graves. O período de seca aumentará e o clima mais quente contribuirá para o avanço da vegetação típica do semiárido. Até 2025, a região poderá perder 74% de sua atual área de floresta. Já no sul da Amazônia, pelo menos 30% dessa área de floresta tropical terá sido substituída por cerrado até 2025.<br />
Assim como a caatinga, esse tipo de vegetação tem árvores menores, que absorvem menos gás carbônico da atmosfera. Mais carbono no ar, então, contribui para o aquecimento global, expandindo os impactos para o resto do país. No Nordeste, por exemplo, as estiagens devem se tornar ainda mais prolongadas, prejudicando a agricultura e a geração de energia elétrica na região.<br />
&#8220;É a primeira vez que um trabalho avalia esses abalos (aquecimento global, incêndios e desmatamento) conjuntamente. A situação é grave. Precisamos tomar medidas imediatas&#8221;, avalia Thomas Lovejoy, presidente do Comitê Científico Consultivo Independente do relatório do Banco Mundial.<br />
Embora indique que parte das perdas na Amazônia sejam inevitáveis, o documento propõe ações de reflorestamento como solução. Estudioso da região há mais de 30 anos, Lovejoy afirma que elas são &#8220;imprescindíveis&#8221; e devem começar pela Amazônia oriental.<br />
Para Carlos Nobre, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o reflorestamento é importante, mas insuficiente. &#8220;Não adianta nada se os países não diminuírem as emissões de gases-estufa&#8221;, diz.<br />
(Fonte: Folha de S. Paulo)</p>
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		</item>
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		<title>Imperdível: X caminhada Laguna &#8211; Farol</title>
		<link>http://www.oikos.org.br/2010/01/imperdivel-x-caminhada-laguna-farol/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 12:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis no recado dos amigos Sidnei e Lica:
&#8220;Dia 30/01/2010 faremos a 10ª Caminhada do Farol. Para quem ainda não fez, é uma caminhada cooperativa (saindo todos juntos e chegando todos igualmente juntos), portanto não precisam se preocupar porque ninguém é deixado para traz.
É também uma caminhada pela paz, praticando o “pensar globalmente e agir localmente”,
com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis no recado dos amigos Sidnei e Lica:<br />
&#8220;Dia 30/01/2010 faremos a 10ª Caminhada do Farol. Para quem ainda não fez, é uma caminhada cooperativa (saindo todos juntos e chegando todos igualmente juntos), portanto não precisam se preocupar porque ninguém é deixado para traz.</p>
<p>É também uma caminhada pela paz, praticando o “pensar globalmente e agir localmente”,</p>
<p>com respeito e reverência à natureza. O cenário que o diga. São 18 km por praias, na sua maior parte  intocadas. Espera-se que todos cuidem e levem de volta o seu próprio lixo.</p>
<p>Sairemos às 7:30 h, pontualmente, do Ponto Final (Mercearia do Daniel) na Praia do Mar Grosso  e vamos encontrando outros participantes ao longo da Praia do Mar Grosso até a travessia do bote (barco que atravessa o canal).</p>
<p>Em frente à igrejinha da Ponta da Barra, faremos um círculo com todos os participantes para apresentação do programa.</p>
<p>O que levar:<br />
<span id="more-589"></span><br />
    * Calçados (tênis e/ou sandália).<br />
    * Roupas confortáveis (incluir roupa para banhos de mar, claro).<br />
    * Uma camiseta sobressalente, dentro de um saco plástico, para trocar no final da caminhada e também no caso de chuva.<br />
    * Chapéu, boné, sombrinha (algumas mulheres levaram, ficou charmoso e ainda se deram bem com o sol).<br />
    * Protetor solar&#8230;muito.<br />
    * Um lanche leve para ser compartilhado na Ilhota numa grande toalha de pic-nic.<br />
    * Água, uma garrafinha de 500 ml é suficiente, pois no caminho tem pontos para reabastecer.<br />
    * Disposição, alegria e bom humor.</p>
<p>Como das outras vezes, combinamos com o pessoal do Hotel Farol um almoço onde cada pessoa paga a sua despesa. Não haverá problemas para quem quiser almoçar em outro lugar ou levar a sua própria refeição.</p>
<p>O retorno será de ônibus fretado saindo às 17:00 h do Farol e chegando na Praia do Mar Grosso aproximadamente às 18h00.</p>
<p>Previsão de gastos: travessia do bote: R$ 1,50; almoço (sem bebidas): R$ 15,00; ônibus de volta: R$ 5,00. Os valores são aproximados.</p>
<p>Você está convidado, podendo estender o convite a quem se interessar por passar um dia cooperativo, em paz consigo, com os outros e com a natureza.</p>
<p>A inscrição à Caminhada será através da contribuição de:</p>
<p>    * um quilo (pelo menos) de alimento não perecível . Os alimentos serão doados à Rede Feminina de Combate ao Câncer. </p>
<p>Locais para entrega:</p>
<p>   1. Rua Tito Costa, 2047 (atrás do Restaurante Free Shop) Sra. Emeri Massih;<br />
   2. Rua Tenente Bessa, 99 – Centro Histórico (frente a Escola Gerônimo Coelho) Sra. Maria Antônia Campos Rotolo.<br />
   3. Gil Imóveis, Av. Senador Galotti ( Av. Asfaltada do Mar Grosso), 123.  </p>
<p>Para ter uma idéia e atiçar a vontade te convidamos  para uma visita ao blog do amigo Celso Martins que esteve conosco na 9a. Caminhada e fez uma bela reportagem postada em nove momentos.</p>
<p>http://sambaquinarede.blogspot.com/2009/02/9-caminhada-do-farol-primeiro-momento.html</p>
<p>Abraços fraternos.</p>
<p>Sid &#038; Lica (sidnei@soares.trix.net | liliana@soares.trix.net)</p>
<p>(048) 9911-9519</p>
<p>(048) 9972-2738</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Oikos: viva aqui!</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 20:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2010/01/viva-viva-aqui/venda-oikos-2/" rel="attachment wp-att-577"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/Venda-Oikos1-474x1024.jpg" alt="" title="Viva no e viva o Oikos" width="474" height="1024" class="aligncenter size-large wp-image-577" /></a></p>
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		<title>A vida e o relógio</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 18:57:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira&#8230;
Quando se vê, já terminou o ano&#8230;
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado..
Se me fosse dado, um dia, outra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.<br />
Quando se vê, já são seis horas!<br />
Quando se vê, já é sexta-feira&#8230;<br />
Quando se vê, já terminou o ano&#8230;<br />
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.<br />
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!<br />
Agora é tarde demais para ser reprovado..<br />
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.<br />
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.<br />
Desta forma, eu digo:<br />
Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo,pois a única falta que terá,<br />
será desse tempo que infelizmente não voltará mais.&#8221;</p>
<p>(Mário Quintana)</p>
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		<title>&#8220;Fazer grau&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 11:45:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O jovem advogado, recém-formado, montou um luxuoso escritório num  prédio de alto padrão na Avenida Paulista e botou na porta uma placa  dourada:
 &#8220;Dr. Antônio Sampaio Soares Júnior&#8221;
 Especialista em Direito Tributário
No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor  terno, sentou-se atrás de sua escrivaninha, e ficou aguardando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2009/12/fazer-grau/dsc00162/" rel="attachment wp-att-564"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/DSC00162-115x115.jpg" alt="" title="O exemplo do telefone antigo" width="115" height="115" class="alignleft size-thumbnail wp-image-564" /></a>O jovem advogado, recém-formado, montou um luxuoso escritório num  prédio de alto padrão na Avenida Paulista e botou na porta uma placa  dourada:</p>
<p> &#8220;Dr. Antônio Sampaio Soares Júnior&#8221;<br />
 Especialista em Direito Tributário</p>
<p>No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor  terno, sentou-se atrás de sua escrivaninha, e ficou aguardando o primeiro cliente.</p>
<p> Meia hora depois batem à porta. Ele, sorridente, pede para a pessoa  entrar e  sentar-se.</p>
<p> Rapidamente, apanha o telefone do gancho e, para &#8216;fazer grau&#8217;, começa a  simular uma conversa:<span id="more-561"></span><br />
 &#8211; Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Esta causa está ganha.  Liquidamos com os nossos argumentos! O juiz já deu parecer favorável!&#8230; Sei, sei&#8230; Como? Ah, os meus honorários? Não se preocupe!<br />
 O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!&#8230; É claro!&#8230; O que é isso, sem problemas!&#8230; O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando&#8230;<br />
 Obrigado&#8230; Um abraço!</p>
<p> Bate o fone no gancho com força e diz olhando com olhos prepotentes:<br />
 &#8211; Muito bem. E o que o senhor deseja?</p>
<p> &#8211; &#8220;Eu vim instalar a linha do telefone&#8221;, disse o humilde senhor.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Gratidão</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 21:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/Gratidão-490x395.jpg" alt="Gratidão" title="Gratidão" width="490" height="395" class="aligncenter size-medium wp-image-547" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feliz tudo, sempre!</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 01:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Manoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/Natal-2009-490x324.jpg" alt="Natal 2009" title="Natal 2009" width="490" height="324" class="aligncenter size-medium wp-image-544" /></p>
]]></content:encoded>
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