Canjerana, uma árvore nativa do Oikos


A canjerana, também conhecida como canjarana, ocorre desde Minas Gerais e Mato Grosso do Sul até o Rio Grande do Sul. Apresenta ampla dispersão em Santa Catarina, sendo bastante comum em todas as formações florestais do estado. No Oikos, não é diferente, onde se apresenta com suas sementes avermelhadas que se dispersam no terreno.

Ocorre naturalmente em vários tipos de solos, de férteis aos de baixa fertilidade, como é o nosso, principalmente os situados no alto dos morros, porém prefere solos úmidos e profundos, em terrenos planos ou suavemente ondulados, onde a drenagem é lenta.
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Formação de yoga com Eduardo Sobrosa

Oikos: en-canto das cigarras


De todos os insetos, a cigarra é o que tem o ciclo de vida mais longo. Em alguns lugares, as larvas chegam a ficar até 17 anos debaixo da terra esperando o momento certo para tornar-se adultas. No Brasil, são, no máximo três anos.
Então, na primavera, os milhares de larvas emergem do chão e iniciam uma longa escalada pelo tronco das árvores. É aí que em poucas horas a cigarra se despoja da casca que a cobriu durante anos e ganha asas. Daí em diante, ela terá poucas semanas para se alimentar, acasalar, procriar e morrer.
No Oikos, o espetáculo é “ouvido” com o canto sincrônico das cigarras, e “visto” nos troncos das árvores que enfileiram as cascas dos insetos numa bonita metáfora.
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“Viagem”, de José Saramago

“A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse: ‘Não há mais o que ver’, sabia que não era assim.

O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.”

José Saramago

2012: Profecia Maia é sobre crise de consciência


O especialista em cultura maia explica o que esta civilização escreveu durante o próximo ano. Há quinze anos atrás, Fernando Malkun, barranquillero ( natural de Barranquilla, uma cidade da Colômbia) de origem libanesa, deixou a arquitetura que tinha estudado na Universidade de los Andes, e a qual havia se dedicado por quase uma década, para responder às perguntas que se atravessaram em sua vida. Durante esse tempo, ele se encontrou com a cultura Maia e dedicou-se completamente ao seu estudo. Hoje é um especialista no tema, com reconhecimento internacional e continua viajando pelo mundo explicando a mensagem que esta civilização deixou para os seres humanos.

Os maias disseram que o mundo iria acabar em 2012?
Estão gerando um pânico coletivo absurdo aduzindo que eles tinham anunciado que o mundo iria acabar em dezembro de 2012. Não é verdade. Os Maias nunca usaram a palavra fim. Anunciaram um momento de mudança, de grande aumento de energia do planeta, o que causaria “eventos de destino”, isto é, definitivos, nas pessoas. O problema é que o nível de consciencia da maioria das pessoas atinge apenas o fim do mundo e não a transformação de consciencia.
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Filhote de canarinho no fogão a lenha


Um fato inusitado ocorreu na manhã desta quarta-feira, no Lar dos Cuidadores, no Oikos, em Criciúma: um filhote de canarinho da telha se debatia dentro do fogão a lenha da família. Preocupados, Dê e Mhanoel abriram o fogão e lá estava ele com fome, cansado. Tirado daquela quente “prisão”, o pássaro foi alimentado, matado sua sede e ele se foi.
Foi-se o canarinho, mas deixou uma reflexão, pois há meses tinha chegado o Garrincha, um cachorrinho muito diferente. Com pernas, o animal chegou e ficou. Com asas, o pássaro chegou e partiu.
É o movimento da vida, seja na terra com 4 ou duas pernas, seja no ar com sonhos alados.

Grupo grava programa piloto no Oikos


O Buscador Márcio (a esquerda) se juntou com os irmãos gêmeos, Márcio e Marcelo Sorge, todos de São Paulo, e cairam na estrada na busca de entrevistas para um programa piloto assaz interessante, que enfoca a busca, as visões espirituais e, principalmente, as experiências “iluminadoras”. Eles estiveram nesta segunda-feira, 2/1, e pernoitaram no Oikos onde fizeram entrevista com o cuidador do espaço, Mhanoel Mendes. Nós moradores (Dê Wotmeyer e Mhanoel) adoramos as suas visitas, inclusive nosso mascote, Garrincha – cachorrinho que está no colo do Márcio. Até breve, amigos e irmãos de alma e de sonho. O sucesso de vocês é o nosso sucesso.

Uma visita especial


Um casal de pombos fez uma ilustre visita hoje pela manhã e da janela da nossa casa De e eu pudemos curtir o namoro e o cafuné dos dois literalmete “pombinhos”. Durante cerca de 10 minutos eles exibiram o carinho de um para com o outro sem constrangimento, a ponto de eu ter um bom tempo para me aproximar e tirar algumas fotos de angulos diferentes. A pombinha ou vem eu uma família de aves >Columbidae que inclui os pombos, pombas, rolas e rolinhas.
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