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	<title>Oikos &#187; natureza</title>
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	<description>Lar de convivências</description>
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		<title>4uatro elementos; infinitas possibilidades</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2012/01/4uatro-elementos-infinitas-possibilidades/4-elementos-banner/" rel="attachment wp-att-2927"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/4-elementos-banner-414x600.jpg" alt="" title="Os 4 elementosno Oikos" width="414" height="600" class="alignnone size-medium wp-image-2927" /></a></p>
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		<title>Canjerana, uma árvore nativa do Oikos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 20:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[árvore]]></category>
		<category><![CDATA[canjerana]]></category>
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		<description><![CDATA[A canjerana, também conhecida como canjarana, ocorre desde Minas Gerais e Mato Grosso do Sul até o Rio Grande do Sul. Apresenta ampla dispersão em Santa Catarina, sendo bastante comum em todas as formações florestais do estado. No Oikos, não é diferente, onde se apresenta com suas sementes avermelhadas que se dispersam no terreno. Ocorre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2012/01/canjerana-uma-arvore-nativa-do-oikos/dsc_5584/" rel="attachment wp-att-2848"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/DSC_5584-490x324.jpg" alt="" title="Uma árvore nativa, uma foto, a beleza aos olhos do homem" width="490" height="324" class="alignnone size-medium wp-image-2848" /></a><br />
A canjerana, também conhecida como canjarana, ocorre desde Minas Gerais e Mato Grosso do Sul até o Rio Grande do Sul. Apresenta ampla dispersão em Santa Catarina, sendo bastante comum em todas as formações florestais do estado. No Oikos, não é diferente, onde se apresenta com suas sementes avermelhadas que se dispersam no terreno.  </p>
<p>Ocorre naturalmente em vários tipos de solos, de férteis aos de baixa fertilidade, como é o nosso, principalmente os situados no alto dos morros, porém prefere solos úmidos e profundos, em terrenos planos ou suavemente ondulados, onde a drenagem é lenta.<br />
<span id="more-2846"></span><br />
<a href="http://www.oikos.org.br/2012/01/canjerana-uma-arvore-nativa-do-oikos/dsc_5585/" rel="attachment wp-att-2847"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/DSC_5585-490x324.jpg" alt="" title="A arte e a beleza da semente da canjerana" width="490" height="324" class="alignnone size-medium wp-image-2847" /></a><br />
Sua árvore é de grande porte, podendo atingir até 18 m de altura e 100 cm de diâmetro. Sua casca é de cor cinzenta escura, resinosa, com até 2 cm de espessura; levemente fendilhada e um pouco fibrosa.</p>
<p>A madeira da canjarana, que tem uma cor bem avermelhada, sempre foi considerada muito valiosa para a construção civil, por sua resistência ao ataque de pragas. Além disso, também é muito empregada na marcenaria, especialmente para a estrutura de móveis. Pode também ser utilizada para fins ornamentais, melíferos e medicinais. O suco dos frutos pode ser empregado como inseticida.</p>
<p>Seus frutos, de grande valor ecológico pelo alto teor nutricional, são muito apreciados por aves e pequenos mamíferos, fazem com que seja uma espécie facilmente disseminada. Este também é um dos motivos para que a canjerana seja utilizada em reflorestamentos e plantios de restauração ambiental.</p>
<p>A espécie é indicada para recuperação de matas ciliares por suportar bem áreas sujeitas à inundação temporária.<br />
Canjerana</p>
<p>Nome científico: Cabralea canjerana (Vell.) Mart.<br />
Família: Meliaceae<br />
Utilização: madeira utilizada em rodapés, construção civil, molduras e artesanato. Possuem frutos atrativos a avifauna.<br />
Coleta de sementes: diretamente da árvore quando começar a abertura espontânea dos frutos.<br />
Época de coleta de sementes: agosto a dezembro.<br />
Fruto: carnoso deiscente.<br />
Flor: branca.<br />
Crescimento da muda: médio.<br />
Germinação: normal.<br />
Plantio: mata ciliar, área aberta, sub-bosque, solo degradado.</p>
<p>Fotos: Edinho Pedro Schäffer e Miriam Prochow</p>
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		<title>Oikos: en-canto das cigarras</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 21:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarra]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação]]></category>

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		<description><![CDATA[De todos os insetos, a cigarra é o que tem o ciclo de vida mais longo. Em alguns lugares, as larvas chegam a ficar até 17 anos debaixo da terra esperando o momento certo para tornar-se adultas. No Brasil, são, no máximo três anos. Então, na primavera, os milhares de larvas emergem do chão e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2012/01/oikos-en-canto-das-cigarras/dsc_5606/" rel="attachment wp-att-2828"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/DSC_5606-490x324.jpg" alt="" title="A cigarra nasce quando a casca se rompe. Com as asas úmidas, ela só voa depois de alguns minutos." width="490" height="324" class="alignnone size-medium wp-image-2828" /></a><br />
De todos os insetos, a cigarra é o que tem o ciclo de vida mais longo. Em alguns lugares, as larvas chegam a ficar até 17 anos debaixo da terra esperando o momento certo para tornar-se adultas. No Brasil, são, no máximo três anos.<br />
Então, na primavera, os milhares de larvas emergem do chão e iniciam uma longa escalada pelo tronco das árvores. É aí que em poucas horas a cigarra se despoja da casca que a cobriu durante anos e ganha asas. Daí em diante, ela terá poucas semanas para se alimentar, acasalar, procriar e morrer.<br />
No Oikos, o espetáculo é &#8220;ouvido&#8221; com o canto sincrônico das cigarras, e &#8220;visto&#8221; nos troncos das árvores que enfileiram as cascas dos insetos numa bonita metáfora.<br />
<span id="more-2827"></span><br />
<a href="http://www.oikos.org.br/2012/01/oikos-en-canto-das-cigarras/dsc_5573/" rel="attachment wp-att-2829"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/DSC_5573-490x324.jpg" alt="" title="As cascas de cigarras se enfileiram nos troncos das árvores do Oikos" width="490" height="324" class="alignnone size-medium wp-image-2829" /></a><br />
<a href="http://www.oikos.org.br/2012/01/oikos-en-canto-das-cigarras/dsc_5587/" rel="attachment wp-att-2830"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/DSC_5587-490x324.jpg" alt="" title="Depois de um longo inverno, enfim, as cigarras surgem para viver poucas semans" width="490" height="324" class="alignnone size-medium wp-image-2830" /></a></p>
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		<title>&#8220;Vivendo um ritmo natural&#8221; em outubro</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 05:40:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Oikos]]></category>
		<category><![CDATA[Ritmo natural]]></category>

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		<description><![CDATA[VIVENDO UM RITMO NATURAL&#8230; Diante do ritmo de atividades que vivemos hoje, onde dados e informações circulam a velocidade do pensamento, muitas vezes esquecemos de ver, ouvir e sentir um ritmo condizente com a própria Mãe Terra. Este ritmo natural é, muitas vezes, substituído por um pensar, um agir e um sentir inconsciente, impensado, coisificado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>VIVENDO UM RITMO NATURAL&#8230;</p>
<p>Diante do ritmo de atividades que vivemos hoje, onde dados e informações circulam a velocidade do pensamento, muitas vezes esquecemos de ver, ouvir e sentir um ritmo condizente com a própria Mãe Terra. </p>
<p>Este ritmo natural é, muitas vezes, substituído por um pensar, um agir e um sentir inconsciente, impensado, coisificado e mecanizado. </p>
<p>O ritmo natural, em contrapartida, é um viver universal, em conexão direta com o ritmo da Terra e, conseqüentemente, do Universo, que nos sintoniza e nos coloca novamente em sincronia com tudo o que acontece ao nosso redor.</p>
<p>Por isto, estamos compartilhando esta vivência com todos os que desejarem dar uma pausa no ritmo humano para entrar e entrelaçar-se no ritmo da natureza. Venha, vamos viver momentos de paz, sintonia e sincronicidade junto ao espaço sagrado do OIKOS, em Criciúma/SC.<br />
<span id="more-36"></span><br />
Neste local, estará disponível a todos a possibilidade de viver com o canto dos pássaros, com o toque da terra-mãe ou ainda com um delicioso (e às vezes gelado!) banho de açude. </p>
<p>Em uma proposta que prevê o compartilhamento de tudo, onde, durante dois dias (sábado e domingo), estaremos dispostos a viver e &#8220;com-viver&#8221; em &#8220;comum-união&#8221; com todos.</p>
<p>Propomos que você traga alimentos ou contribuições para compartilhar, à fim de que possamos também realizar o &#8216;milagre da multiplicação dos pães&#8217;. </p>
<p>Além disto, sugerimos a realização de tarefas coletivas, à fim de experimentarmos a dedicação de todos para o bem de todos, na medida de suas possibilidades.</p>
<p>Aguardamos carinhosamente a sua confirmação até dia 24 de outubro, sexta-feira.</p>
<p>Programação:<br />
VIVENDO UM RITMO NATURAL</p>
<p>Data:<br />
25 e 26 de outubro (sábado e domingo)<br />
. Inicia sábado às 14h e encerra no domingo após o almoço.</p>
<p>Local:<br />
OIKOS &#8211; Lar de Convivência<br />
Criciúma/SC<br />
www.oikos.org.br<br />
oikos@oikos.org.br<br />
(48) 3437.8869/ 9994.1285</p>
<p>____</p>
<p>Trazer também:<br />
roupa de cama e de banho, roupas e calçados para trabalhos/uso externos e vivências internas, material higiênico de uso pessoal; além de muita alegria, confiança e entrega.</p>
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