Arquivo do Marcador 'Oikos'

Neste Natal não quero mandar cartões. Tenho medo de frases prontas. Elas representam obrigação sendo cumprida. Prefiro a gratuidade do gesto, o improviso do texto, o erro de grafia e o acerto do sentimento.
Neste Natal quero descansar de meus inúmeros planos. Quero a simplicidade que me faça voltar às minhas origens. Não quero muitas luzes. Quero apenas o direito de encontrar o caminho do presépio para que eu não perca o menino Jesus de vista.
Quero um Natal sem Papai Noel. Papai Noel faz muito barulho quando chega. Ele acorda o menino Jesus, o faz chorar assustado. Os pastores não. Eles chegam silenciosos. São discretos e não incomodam…Os presentes que trazem nos recordam a divindade do menino que nasceu. São presentes que nos reúnem em torno de uma felicidade única.
Continue lendo ‘UM ÁRVORE DE SILÊNCIOS…’
Ocorreu neste sábado, 10/12, das 20h às 22h, no Oikos, em Criciúma, o baile branco de danças circulares, focalizado pela Cristiane Silveira de Souza. O grupo contou com pessoas de SC e do Rio Grande do Sul e dançou a beleza da vida, agradecendo o 2011 e pedindo as bênçãos para o ano de 2012.
Continue lendo ‘Harmonia circular e o baile branco’

Corruíras e tico-ticos voam de um lado ao outro construindo seus ninhos; a rolinha passa boa pate do tempo sentada aquecendo a vida que vaiu descascar.
Os pêssegos embelezam o pé que se curva a quem por ali passa, e a pitanga avermelha o abundante verde. É primavera aqui no Oikos Lar de Encontros.
Aqui é onde o Lar na Árvore evoca a criança interior e o Lar de Meditação traz o falante silêncio.
Oikos, doce Oikos.
O Oikos é destaque da página três, edição de 14/10/2011, sexta-feira, do jornal “Diário de Notícias”, de Criciúma. A matéria de uma página conta um pouco da história do espaço e do que ele se propõe. É assinada pela jornalista Fabrine Jeremias e pelo fotógrafo Lucas Mendes, sim, meu filho.
Acesse o link: http://www.jornaldn.com/ver_jornal.php?codigo=52

Na madrugada de segunda, 4/7, para terça-feira, 5/7, a temperatura no Oikos chegou a ficar dois graus abaixo de zero, provocando uma sensação de frio de pelo menos quatro graus negativos. Na manhã da terça-feira, pode-se perceber os efeitos do frio sentido no interior dos lares, quando o branco da geada foi percebido em vários locais do espaço. A geada foi percebida no anel da amizade, próximo ao Lar de Meditação, no gramado e no telhado do Lar de Encontros, conforme pode-se perceber na foto. Àqueles que vão participar de alguma vivência no Oikos neste inverno e que pretendem pernoitar nos Lares de Descanso, fica o aviso de se reforçarem nas roupas de cama de de uso pessoal.
Desde a antiguidade movimentar o corpo ajuda as pessoas a pensar, tomar decisões e expressar indignação; na literatura artistas e apaixonados são andarilhos
A consciência da necessidade de praticar exercícios físicos é recente.
“No começo, era o pé”, diz o antropólogo Marvin Harris. O pé, não a mão. A mão nos fez humanos – mas antes de sermos humanos somos parte do reino animal, e o nosso corpo precisa atender às necessidades que os animais enfrentam, entre elas a do deslocamento.
O ser humano evoluiu, tornou-se bípede, mas continuou caminhando. E passou a usar a caminhada para outros fins que não o de chegar a um lugar específico: o de buscar determinada coisa.
Praticar exercícios físicos é algo relativamente recente, mesmo porque, no passado, o sedentarismo era a exceção antes que a regra; caçadores, agricultores, trabalhadores em geral jamais pensariam nisso. Mas muito cedo o ato de caminhar adquiriu um significado psicológico, simbólico.
O protesto político muitas vezes se fez, e ainda se faz, sob a forma de marchas, de caminhadas; foi o caso da Marcha dos 100 Mil (1968), um dos primeiros protestos organizados contra a ditadura no Brasil.
Os filósofos gregos muitas vezes ensinavam a seus discípulos caminhando. “Levanta-te, toma teu leito e anda”, diz o Evangelho (João, 5:8), ou seja, vá em busca de seu destino, de seus objetivos.
E Santo Agostinho cunhou uma expressão famosa: Solvitur ambulando, caminhar resolve (os problemas, as dúvidas). Por quê?
Continue lendo ‘A arte de caminhar’




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