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	<title>Oikos &#187; Oikos</title>
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	<description>Lar de convivências</description>
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		<title>4uatro elementos; infinitas possibilidades</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 00:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2012/01/4uatro-elementos-infinitas-possibilidades/4-elementos-banner/" rel="attachment wp-att-2927"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/4-elementos-banner-414x600.jpg" alt="" title="Os 4 elementosno Oikos" width="414" height="600" class="alignnone size-medium wp-image-2927" /></a></p>
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		<title>UM ÁRVORE DE SILÊNCIOS&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 17:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Natal Oikos. mensagem inesquecível de natal]]></category>
		<category><![CDATA[Oikos]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste Natal não quero mandar cartões. Tenho medo de frases prontas. Elas representam obrigação sendo cumprida. Prefiro a gratuidade do gesto, o improviso do texto, o erro de grafia e o acerto do sentimento. Neste Natal quero descansar de meus inúmeros planos. Quero a simplicidade que me faça voltar às minhas origens. Não quero muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>          <a href="http://www.oikos.org.br/2011/12/que-minha-arvore-seja-feita-de-silencios/dsc00141/" rel="attachment wp-att-2698"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/DSC00141-490x367.jpg" alt="" title="Um natal de silência e paz" width="490" height="367" class="alignnone size-medium wp-image-2698" /></a><br />
        Neste Natal não quero mandar cartões. Tenho medo de frases prontas. Elas representam obrigação sendo cumprida. Prefiro a gratuidade do gesto, o improviso do texto, o erro de grafia e o acerto do sentimento.<br />
         Neste Natal quero descansar de meus inúmeros planos. Quero a simplicidade que me faça voltar às minhas origens. Não quero muitas luzes. Quero apenas o direito de encontrar o caminho do presépio para que eu não perca o menino Jesus de vista.<br />
         Quero um Natal sem Papai Noel. Papai Noel faz muito barulho quando chega. Ele acorda o menino Jesus, o faz chorar assustado. Os pastores não. Eles chegam silenciosos. São discretos e não incomodam&#8230;Os presentes que trazem nos recordam a divindade do menino que nasceu. São presentes que nos reúnem em torno de uma felicidade única.<br />
<span id="more-2697"></span><br />
         Quero dividir com Maria os cuidados com o pequeno menino. Quero cuidar dele por ela. Enquanto eu cuido dele, ela pode descansar um pouquinho ao lado de José.<br />
Descubram a beleza que as dispersões deste tempo insistem em esconder. Fechem as suas chaminés. Visita que verdadeiramente vale à pena chega é pela porta da frente.<br />
         Na noite de Natal fujam dos tumultos e dos barulhos. Descubram a felicidade silenciosa. Ela é discreta, mas existe! Eu lhes garanto! Não tenham a ilusão de que seu Natal será triste porque será pobre. Há mais beleza na pobreza verdadeira e assumida que na riqueza disfarçada e incoerente.<br />
         E não se surpreendam, se com isso, a sua noite de Natal tornar-se inesquecível. &#8221;</p>
<p>                                                                           P. Fabio de Melo </p>
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		<title>Harmonia circular e o baile branco</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 23:32:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Baile branco]]></category>
		<category><![CDATA[Dancas circulares]]></category>
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		<description><![CDATA[Ocorreu neste sábado, 10/12, das 20h às 22h, no Oikos, em Criciúma, o baile branco de danças circulares, focalizado pela Cristiane Silveira de Souza. O grupo contou com pessoas de SC e do Rio Grande do Sul e dançou a beleza da vida, agradecendo o 2011 e pedindo as bênçãos para o ano de 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2011/12/harmonia-circular-e-o-baile-branco/noite-branca/" rel="attachment wp-att-2601"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/Noite-branca.jpg" alt="" title="Noite branca no Oikos" width="320" height="240" class="alignnone size-full wp-image-2601" /></a></p>
<p>Ocorreu neste sábado, 10/12, das 20h às 22h, no Oikos, em Criciúma, o baile branco de danças circulares, focalizado pela Cristiane Silveira de Souza. O grupo contou com pessoas de SC e do Rio Grande do Sul e dançou a beleza da vida, agradecendo o 2011 e pedindo as bênçãos para o ano de 2012.<br />
<span id="more-2597"></span><br />
<a href="http://www.oikos.org.br/2011/12/harmonia-circular-e-o-baile-branco/noite-branca-2/" rel="attachment wp-att-2624"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/Noite-branca1.jpg" alt="" title="Noite branca com tochas no Oikos" width="130" height="98" class="alignnone size-full wp-image-2624" /></a></p>
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		<title>É pimavera</title>
		<link>http://www.oikos.org.br/2011/11/e-pimavera/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 10:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pessegos sem veneno]]></category>
		<category><![CDATA[primavera no Oikos]]></category>
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		<description><![CDATA[Corruíras e tico-ticos voam de um lado ao outro construindo seus ninhos; a rolinha passa boa pate do tempo sentada aquecendo a vida que vaiu descascar. Os pêssegos embelezam o pé que se curva a quem por ali passa, e a pitanga avermelha o abundante verde. É primavera aqui no Oikos Lar de Encontros. Aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2011/11/e-pimavera/dsc00964/" rel="attachment wp-att-2428"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/DSC00964-490x367.jpg" alt="" title="Pêssegos com vida, sem veveno" width="490" height="367" class="alignnone size-medium wp-image-2428" /></a><br />
   Corruíras e tico-ticos voam de um lado ao outro construindo seus ninhos; a rolinha passa boa pate do tempo sentada aquecendo a vida que vaiu descascar.<br />
   Os pêssegos embelezam o pé que se curva a quem por ali passa, e a pitanga avermelha o abundante verde. É primavera aqui no Oikos Lar de Encontros.<br />
   Aqui é onde o Lar na Árvore evoca a criança interior e o Lar de Meditação traz o falante silêncio.<br />
   Oikos, doce Oikos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Destaque no &#8220;Diário de Notícias&#8221;</title>
		<link>http://www.oikos.org.br/2011/10/oikos-e-destaque-no-diario-de-noticias/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 13:18:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oikos na mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[O Oikos é destaque da página três, edição de 14/10/2011, sexta-feira, do jornal &#8220;Diário de Notícias&#8221;, de Criciúma. A matéria de uma página conta um pouco da história do espaço e do que ele se propõe. É assinada pela jornalista Fabrine Jeremias e pelo fotógrafo Lucas Mendes, sim, meu filho. Acesse o link: http://www.jornaldn.com/ver_jornal.php?codigo=52]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Oikos é destaque da <strong>página três</strong>, edição de 14/10/2011, sexta-feira, do jornal &#8220;Diário de Notícias&#8221;, de Criciúma. A matéria de uma página conta um pouco da história do espaço e do que ele se propõe. É assinada pela jornalista Fabrine Jeremias e pelo fotógrafo Lucas Mendes, sim, meu filho.<br />
Acesse o link: <a href="http://www.jornaldn.com/ver_jornal.php?codigo=52">http://www.jornaldn.com/ver_jornal.php?codigo=52</a></p>
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		<title>Oikos abaixo de zero</title>
		<link>http://www.oikos.org.br/2011/07/oikos-abaixo-de-zero/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 11:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Frio]]></category>
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		<description><![CDATA[Na madrugada de segunda, 4/7, para terça-feira, 5/7, a temperatura no Oikos chegou a ficar dois graus abaixo de zero, provocando uma sensação de frio de pelo menos quatro graus negativos. Na manhã da terça-feira, pode-se perceber os efeitos do frio sentido no interior dos lares, quando o branco da geada foi percebido em vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2011/07/oikos-abaixo-de-zero/inverno-2011/" rel="attachment wp-att-1839"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/Inverno-2011-490x367.jpg" alt="" title="Inverno 2011, Oikos abaixo de zero" width="490" height="367" class="alignnone size-medium wp-image-1839" /></a><br />
Na madrugada de segunda, 4/7, para terça-feira, 5/7, a temperatura no Oikos chegou a ficar dois graus abaixo de zero, provocando uma sensação de frio de pelo menos quatro graus negativos. Na manhã da terça-feira, pode-se perceber os efeitos do frio sentido no interior dos lares, quando o branco da geada foi percebido em vários locais do espaço. A geada foi percebida no anel da amizade, próximo ao Lar de Meditação, no gramado e no telhado do Lar de Encontros, conforme pode-se perceber na foto. Àqueles que vão participar de alguma vivência no Oikos neste inverno e que pretendem pernoitar nos Lares de Descanso, fica o aviso de se reforçarem nas roupas de cama de de uso pessoal.</p>
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		<title>A arte de caminhar</title>
		<link>http://www.oikos.org.br/2011/02/1329/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 20:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[caminhar]]></category>
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		<description><![CDATA[(Por: MOACYR SCLIAR) Desde a antiguidade movimentar o corpo ajuda as pessoas a pensar, tomar decisões e expressar indignação; na literatura artistas e apaixonados são andarilhos A consciência da necessidade de praticar exercícios físicos é recente. “No começo, era o pé”, diz o antropólogo Marvin Harris. O pé, não a mão. A mão nos fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2011/02/1329/no-final-o-paralelismo-se-encontrano-fim-2/" rel="attachment wp-att-1336"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/No-final-o-paralelismo-se-encontraNo-fim1-490x367.jpg" alt="" title="No final, o paralelismo se encontra" width="490" height="367" class="alignnone size-medium wp-image-1336" /></a><br />
(Por: MOACYR SCLIAR)</p>
<p><strong><em>Desde a antiguidade movimentar o corpo ajuda as pessoas a pensar, tomar decisões e expressar indignação; na literatura artistas e apaixonados são andarilhos</em></strong></p>
<p>A consciência da necessidade de praticar exercícios físicos é recente. </p>
<p>“No começo, era o pé”, diz o antropólogo Marvin Harris. O pé, não a mão. A mão nos fez humanos – mas antes de sermos humanos somos parte do reino animal, e o nosso corpo precisa atender às necessidades que os animais enfrentam, entre elas a do deslocamento. </p>
<p>O ser humano evoluiu, tornou-se bípede, mas continuou caminhando. E passou a usar a caminhada para outros fins que não o de chegar a um lugar específico: o de buscar determinada coisa. </p>
<p>Praticar exercícios físicos é algo relativamente recente, mesmo porque, no passado, o sedentarismo era a exceção antes que a regra; caçadores, agricultores, trabalhadores em geral jamais pensariam nisso. Mas muito cedo o ato de caminhar adquiriu um significado psicológico, simbólico. </p>
<p>O protesto político muitas vezes se fez, e ainda se faz, sob a forma de marchas, de caminhadas; foi o caso da Marcha dos 100 Mil (1968), um dos primeiros protestos organizados contra a ditadura no Brasil. </p>
<p>Os filósofos gregos muitas vezes ensinavam a seus discípulos caminhando. “Levanta-te, toma teu leito e anda”, diz o Evangelho (João, 5:8), ou seja, vá em busca de seu destino, de seus objetivos. </p>
<p>E Santo Agostinho cunhou uma expressão famosa: Solvitur ambulando, caminhar resolve (os problemas, as dúvidas). Por quê?<br />
<span id="more-1329"></span><br />
No livro Wanderlust: a history of walking (A ânsia de vagar: uma história da caminhada), de 2000, Rebecca Solnit diz que andar permite “conhecer o mundo através do corpo”, ou, nas palavras do poeta modernista Wallace Stevens (1879-1955): “Eu sou o mundo no qual caminho”. </p>
<p>Trata-se, pois, de uma experiência cognitiva, muito necessária nesses tempos em que as pessoas se deslocam sobretudo utilizando carros, trens, aviões. </p>
<p>Mas caminhar também envolve um processo de autoconhecimento, quando não de inspiração. “Os grandes pensamentos resultam da caminhada”, diz o filósofo Friedrich Nietzsche (1844-1900), uma ideia que Raymond Inmon expressa de forma mais poética: “Os anjos sussurram para aqueles que caminham”. </p>
<p>O escritor francês Anatole France (1844-1924) faz uma comparação interessante: “ É bom colecionar coisas, diz ele, mas é melhor caminhar. Porque caminhar também é uma forma de colecionar coisas: as coisas que a gente vê, as coisas que a gente pensa”. </p>
<p>Esse processo é facilitado pela renovação da paisagem, seja ela rural ou urbana, e pelo próprio automatismo do ato de caminhar. </p>
<p>Porque caminhar também é uma forma de colecionar coisas: as coisas que a gente vê, as coisas que a gente pensa&#8221;. Esse processo é facilitado pela renovação da paisagem, seja ela rural ou urbana, e pelo próprio automatismo do ato de caminhar. </p>
<p>Não é de admirar, portanto, que muitos escritores tenham abordado o tema da caminhada. Foi o caso do filósofo Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), figura marcante do Iluminismo francês e precursor do romantismo – os românticos, sobretudo os alemães, eram grandes andarilhos. </p>
<p>Em suas Confissões, disse Rousseau: “Só consigo meditar quando caminho. Minha mente só trabalha junto com minhas pernas”. À obra (publicada postumamente) que resume muito de sua biografia e de sua filosofia, Rousseau deu o título de Os devaneios do caminhante solitário (Lês rêveries du promeneur solitaire). </p>
<p>Os dez capítulos são denominados promenades (caminhadas).</p>
<p>Finalmente, temos um termo analisado tanto pelo poeta francês Charles Baudelaire (1821-1867) como pelo escritor alemão Walter Benjamin (1892-1940). Trata-se de flâneur, que vem do verbo flâner, vagar (em português temos o galicismo flanar). </p>
<p>O flâneur, do qual Benjamin era um exemplo, vagava por Paris, observando o que se passava a seu redor, num claro desafio à moral burguesa então vigente, que via isso como vagabundagem. Uma vagabundagem da qual resultaram, contudo, textos admiráveis. </p>
<p>Caminhar, como diz o escritor americano contemporâneo Gary Snyder, é a grande aventura.</p>
<p>(*) Moacyr Scliar é médico, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras</p>
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		<title>Yoga no Oikos</title>
		<link>http://www.oikos.org.br/2010/12/yoga-no-oikos/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 21:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Oikos]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oikos.org.br/2010/12/yoga-no-oikos/divulgacao-yoga-6/" rel="attachment wp-att-1188"><img src="http://www.oikos.org.br/imagens/Divulgação-yoga5-353x600.jpg" alt="" title="Yoga faz bem para o corpo, mente e o espírito." width="353" height="600" class="alignnone size-medium wp-image-1188" /></a></p>
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		<title>&#8220;Vivendo um ritmo natural&#8221; em outubro</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 05:40:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mhanoel Mendes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[natural]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Oikos]]></category>
		<category><![CDATA[Ritmo natural]]></category>

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		<description><![CDATA[VIVENDO UM RITMO NATURAL&#8230; Diante do ritmo de atividades que vivemos hoje, onde dados e informações circulam a velocidade do pensamento, muitas vezes esquecemos de ver, ouvir e sentir um ritmo condizente com a própria Mãe Terra. Este ritmo natural é, muitas vezes, substituído por um pensar, um agir e um sentir inconsciente, impensado, coisificado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>VIVENDO UM RITMO NATURAL&#8230;</p>
<p>Diante do ritmo de atividades que vivemos hoje, onde dados e informações circulam a velocidade do pensamento, muitas vezes esquecemos de ver, ouvir e sentir um ritmo condizente com a própria Mãe Terra. </p>
<p>Este ritmo natural é, muitas vezes, substituído por um pensar, um agir e um sentir inconsciente, impensado, coisificado e mecanizado. </p>
<p>O ritmo natural, em contrapartida, é um viver universal, em conexão direta com o ritmo da Terra e, conseqüentemente, do Universo, que nos sintoniza e nos coloca novamente em sincronia com tudo o que acontece ao nosso redor.</p>
<p>Por isto, estamos compartilhando esta vivência com todos os que desejarem dar uma pausa no ritmo humano para entrar e entrelaçar-se no ritmo da natureza. Venha, vamos viver momentos de paz, sintonia e sincronicidade junto ao espaço sagrado do OIKOS, em Criciúma/SC.<br />
<span id="more-36"></span><br />
Neste local, estará disponível a todos a possibilidade de viver com o canto dos pássaros, com o toque da terra-mãe ou ainda com um delicioso (e às vezes gelado!) banho de açude. </p>
<p>Em uma proposta que prevê o compartilhamento de tudo, onde, durante dois dias (sábado e domingo), estaremos dispostos a viver e &#8220;com-viver&#8221; em &#8220;comum-união&#8221; com todos.</p>
<p>Propomos que você traga alimentos ou contribuições para compartilhar, à fim de que possamos também realizar o &#8216;milagre da multiplicação dos pães&#8217;. </p>
<p>Além disto, sugerimos a realização de tarefas coletivas, à fim de experimentarmos a dedicação de todos para o bem de todos, na medida de suas possibilidades.</p>
<p>Aguardamos carinhosamente a sua confirmação até dia 24 de outubro, sexta-feira.</p>
<p>Programação:<br />
VIVENDO UM RITMO NATURAL</p>
<p>Data:<br />
25 e 26 de outubro (sábado e domingo)<br />
. Inicia sábado às 14h e encerra no domingo após o almoço.</p>
<p>Local:<br />
OIKOS &#8211; Lar de Convivência<br />
Criciúma/SC<br />
www.oikos.org.br<br />
oikos@oikos.org.br<br />
(48) 3437.8869/ 9994.1285</p>
<p>____</p>
<p>Trazer também:<br />
roupa de cama e de banho, roupas e calçados para trabalhos/uso externos e vivências internas, material higiênico de uso pessoal; além de muita alegria, confiança e entrega.</p>
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